Jesus poderia ter sido um “Zé”

Scene 06/57 - Exterior River Jordan;  Jesus (DIOGO MORGADO) as a young man walks along the banks.

Jesus poderia ter sido um “Zé”. Se Jesus viesse hoje, seu nome poderia ser João, José ou Antônio. Se estivesse aqui hoje, dificilmente ele se distanciaria usando um nome pomposo como Reverendo Santidade Divina Angelical III. Não, quando Deus escolheu o nome que seu filho iria carregar, optou por um (Mt 1.21).

Ele escolheu um nome tão comum que poderia aparecer duas ou três vezes em qualquer lista de chamada escolar.

Em outras palavras, “aquele que é a Palavra tornou-se carne”, disse João ( Jo 1.14).

Ele era tocável, acessível, alcançável. E, além disso, era comum. Se estivesse aqui hoje, você provavelmente não o notaria enquanto ele caminhasse por um shopping center. Ele não atrairia olhares por conta das roupas que usava ou das joias que exibia.

“Pode me chamar de Jesus”, é quase possível escutá-lo dizer.

Ele era o tipo de pessoa que você convidaria para assistir ao clássico do domingo na sua casa. Ele rolaria no chão com seus filhos, tiraria uma soneca no seu sofá e prepararia uma picanha na sua churrasqueira. Ele riria das suas piadas e contaria algumas também. Quando você falasse, ele escutaria como se tivesse todo o tempo da eternidade.

E uma coisa é certa: você o convidaria de novo.

Vale a pena notar que aqueles que o conheciam melhor se lembravam dele como Jesus. Os títulos Jesus Cristo e Senhor Jesus aparecem apenas seis vezes. Aqueles que caminharam com ele se lembravam dele não por um título ou uma designação, mas por um nome: Jesus.

Pense nas implicações disso. Qual foi o meio usado por Deus quando decidiu revelar a si mesmo à humanidade? Um livro? Não, isso foi secundário. Uma igreja? Não, isso foi consequência. Um código moral? Não; limitar a revelação de Deus a uma fria lista de pode ou não pode é tão trágico quanto olhar para um mapa do Amazonas e dizer que você viu a floresta.

Quando decidiu revelar a si mesmo, Deus o fez (surpresa de todas as surpresas) através de um corpo humano. A língua que chamou o morto era uma língua humana. A mão que tocou o leproso tinha sujeira debaixo das unhas. Os pés sobre os quais a mulher chorou eram calejados e poeirentos. E suas lágrimas… ah, não se esqueça das lágrimas… Elas vieram de um coração tão partido quanto o seu ou o meu já estiveram.

Por isso, as pessoas iam até ele. Puxa, como elas iam até ele! Chegavam à noite; tocavam nele quando ele passava pela rua; seguiam-no em volta do mar; convidavam-no a ir à casa delas e colocavam os filhos aos pés dele. Por quê? Porque ele se recusou a ser uma estátua numa catedral ou um sacerdote num púlpito elevado. Em vez disso, ele escolheu ser Jesus.

Não existe nenhuma indicação de alguém que tenha ficado com medo de se aproximar dele. Houve aqueles que zombaram dele. Houve aqueles que tiveram inveja dele. Houve aqueles que o interpretaram mal. Houve aqueles que o respeitaram. Mas não houve nenhuma pessoa que o considerasse santo demais, divino demais ou celestial demais para ser tocado. Não houve ninguém que tenha relutado a se aproximar dele com medo de ser rejeitado.

Lembre-se disso. Lembre-se disso da próxima vez que você se surpreender diante de seus próprios erros. Ou da próxima vez que acusações ácidas abrirem buracos em sua alma. Ou da próxima vez que você vir uma catedral fria ou ouvir uma liturgia sem vida. Lembre-se. É o homem quem cria a distância. É Jesus quem constrói a ponte.

“Pode me chamar de Jesus.”

Max Lucado. Fonte: Mundo Cristão

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Desculpe-me, mas sou um péssimo pastor…

blog…porque eu não vou mudar a minha voz para que você sinta segurança, achando que tenho alguma autoridade, quando eu falar;

…porque eu não vou pensar por você para facilitar sua jornada espiritual;

…porque eu não vou falar mais alto do que você precisa para ouvir;

…porque eu não vou lhe ensinar a determinar ou dar ordens ao Pai, como um filho mimado o faz;

…porque eu não lhe dizer que você é um vencedor quando a sua espiritualidade está falida;

…porque eu não vou lhe ensinar a temer a Deus mais do que a amá-lo;

…porque eu não lhe direi que você é especial simplesmente por estar frequentando uma Igreja;

…porque eu não alimentarei o seu ego pregando somente as coisas que você gosta de ouvir;

…porque eu não lhe ensinarei a ser próspero a qualquer custo enquanto o mundo morre de fome;

…porque eu não lhe ensinarei a mover as mãos de Deus através de uma oferta sacrificial;

…porque eu não lhe direi que Deus me revelou algo que não está no texto, somente para fazer a mensagem melhor para você;

…porque eu não lhe direi que você não pode beber, se tatuar, ouvir músicas que não tocam na Igreja somente para facilitar o meu pastoreio;

…porque eu não vou lhe ensinar que a igreja de quatro paredes é a casa de Deus;

…porque eu não vou lhe ensinar que se você entregar o dízimo sua responsabilidade com os necessitados estará cumprida;

…porque eu não vou transformar a reunião do culto numa rave para que você fique atraído pelo ambiente;

…porque eu não vou lhe ensinar a marchar por Jesus, enquanto Ele quer que marchemos pelo próximo;

…porque eu não lhe darei uma lista do que pode ou do que não pode para você farisaicamente siga um mandamento no lugar de um Deus;

…porque eu não lhe ensinarei que há um Diabo maior do que a Bíblia conta somente para você poder colocar em alguém a sua culpa;

…porque eu não lhe ocultarei os meus erros para você pensar que é liderado por alguém melhor que você;

…porque eu não vou falar em nenhuma outra língua além da que você consegue compreender;

…porque eu não lhe tratarei melhor por causa do carro que você anda, da roupa que você veste ou do dinheiro que você põe no gazofilácio.

Dentre muitas outras coisas que poderia dizer: fique certo: sou um péssimo pastor.

(Autor não identificado)

Gato no poste

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No livro “Comer, Rezar, Amar”, a autora conta a história de um homem que se reunia com seus discípulos para meditar. Todos os dias aquele grupo se reunia e meditava sobre Deus. O problema é que aquele homem tinha um gato que atravessava o templo miando e ronronando toda vez que o grupo se reunia. Aquilo incomodava a todos. Não conseguiam se concentrar, ficavam irritados. Até que alguém teve a ideia de amarrar o gato num poste do lado de fora durante a meditação, para que ele não atrapalhasse mais a ninguém. Assim que eles terminavam, soltavam o gato. E isso se tornou um hábito daquele grupo. Antes de entrarem no templo, era necessário amarrar o gato ao poste. Com o passar dos anos, o que era hábito se tornou um ritual religioso. Ninguém mais conseguia meditar sem que o gato estivesse amarrado. Eles precisavam daquele gato. Acontece que, um dia, o gato morreu. E a sua morte desencadeou uma enorme crise naqueles devotos. Sem um gato amarrado no poste eles não poderia mais entrar ali no templo e meditar. Como poderiam se achegar a Deus?

A história pode soar engraçada, mas será que não se aplica a nós? Quanto rituais religiosos temos adotado, sem questionar se eles, de fato, são necessários para facilitar nosso culto e nosso aprendizado sobre Deus? Para algumas pessoas, tais rituais alcançaram status de doutrina: questionar ou retirá-los equivale a uma heresia – ou um sacrilégio.

O que é realmente necessário na adoração e para se achegar a Deus?

Bruna Brasil

O ASSUSTADOR DOCUMENTÁRIO SOBRE A CIENTOLOGIA DE TOM CRUISE

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Vários sentimentos podem cruzar a alma do espectador brasileiro que assiste ao documentário “Going clear – Cientologia e a prisão da fé”, de Alex Gigney, produzido pela HBO e já exibido nos países de língua inglesa. O mais forte deles talvez seja o temor ao atestar a subserviência das multidões aos carismáticos líderes de organizações como a Cientologia.

O documentário está chacoalhando a opinião pública americana. A igreja publicou um anúncio de página inteira no New York Times “desconstruindo” o cineasta. Se as tentativas jornalísticas anteriores de desmascarar as atividades opressoras, violentas e provavelmente ilegais da Cientologia trouxeram a consciência do grande público a respeito da “igreja”, este novo filme carrega a moral de ter sido baseado em depoimentos consistentes de ex-dirigentes da organização, que têm nome, sobrenome e nenhum temor de abrir a boca.

Não ter medo da Cientologia não é pouca coisa. No filme, os ex-líderes revelam todas as técnicas de coerção da igreja quando se sente ameaçada. Os membros são motivados a atacarem os desertores (ou opositores), alguns deles oficialmente enviados para executar terror psicológico na porta de suas residências ou escritórios. Pense em abordagens violentas, envenenamento de animais de estimação, filmagens irregulares – 24 horas por dia – além de ataques em massa via web.

Os termos da igreja para definir os inimigos também são bem interessantes. SP (supressive person) é alguém que se desliga da organização. Não se deve ter contato algum com um SP. Existem as PTS (potential trouble source), como teria sido o caso de Nicole Kidman, ex-mulher de Tom Cruise. Relatos dão conta que o casamento deles teria sido destruído pela própria igreja, que considerava a atriz uma PTS. Tudo porque o pai de Nicole é psicólogo.

É que psicólogos e psiquiatras são inimigos da igreja. Tomar remédios psiquiátricos é totalmente indesejável. E a igreja fundada nos anos 60 tem base na premissa de que somos seres extraterrestres encarnados como punição por um líder intergalático chamado Xenu. Entre os seguidores, além do garoto propaganda Tom Cruise, também estão listados John Travolta, Juliette Lewis e muita gente de Hollywood. A Cientologia é organizada no sistema de cursos, pelos quais você deve pagar fortunas. É a chamada “Ponte para Liberação”. O diretor da organização é o americano David Miscavige, que assumiu após a morte de L. Ron Hubbard, fundador e “preceptor” da massa seguidora. Hubbard foi um ex-escritor de ficção científica que relata em sua autobiografia atos heroicos na marinha americana durante a Segunda Guerra. Todos totalmente negados pela força militar que descreve a atuação de Hubbard como pífia. Detalhes estão no livro “Going Clear: Scientology, Hollywood, and the prison of belief”, de Lawrence Wright” , que ainda estou lendo e sobre o qual o doc também se baseia.

Ao ver “Going clear” o espectador brasileiro poderá se lembrar das lideranças manipuladoras das igrejas neopetencostais, de uma famosa escola internacional de ioga, de partidos políticos de atitude feroz, e de várias outras organizações que se aproveitam da necessidade que as pessoas têm de se sentirem “especiais” para dar sentido às próprias vidas. Destaque para os interessantes títulos dos livros da Cientologia, que não raro trazem textos do tipo “Como ter uma boa relação com as pessoas”, aproximando-se da auto-ajuda, só que em boas – e belas –  embalagens.

É realmente uma pena que este tipo de coisa exista. Mais penoso ainda saber que elas não deverão deixar de existir tão cedo.

RONALD VILLARDO

20.04.2015 13h49m

Fonte: http://zip.net/byq7t5

AUTOGRAFE SEU TRABALHO

Autografe se trabalho

Autografe seu trabalho

Se você fosse avaliado com base na qualidade do último projeto que realizou, qual seria o resultado? É sempre um desafio para mim dar o meu melhor em tudo que faço. Ás vezes me sinto cansado, com falta de energia para fazer o melhor. Em outras ocasiões não me sinto tão motivado quanto deveria, com pouco ou nenhum entusiasmo para a tarefa proposta. Ocorre, também, não estar convencido do valor do que me foi pedido fazer.

Um pôster no meu escritório me recorda da importância do meu melhor desempenho, não importando a tarefa. Nele diz: “Qualidade: todo trabalho é um auto-retrato de quem o realizou. Autografe seu trabalho com Qualidade.”

Ao ler essa frase, uma de duas coisas acontece: ou ela me inspira, reforçando meu desejo de fazer o melhor que posso, ou ela me condena, fazendo-me lembrar que fiquei satisfeito com algo aquém do melhor. Será que quero, de verdade, “autografar” um trabalho de qualidade inferior?

Li uma intrigante citação de Pearl Buck, consagrada escritora que cresceu na China, recebeu o prêmio Pulitzer pelo romance, “A Boa Terra” e ganhou o Nobel de Literatura em 1938. A declaração dela não menciona a palavra “qualidade”, mas fala em excelência: “A alegria secreta no trabalho está contida numa palavra: ‘excelência’ – saber como fazer alguma coisa muito bem é apreciá-la”.

Há outra razão para se realizar um trabalho com alto padrão de qualidade, além da boa reputação e da auto-gratificação: Deus aprecia Qualidade e espera que mantenhamos alto padrão! Vejamos algumas considerações que a Bíblia diz a respeito:

. Refletimos a natureza de Deus. Deus criou um mundo ideal, com equilíbrio preciso e adequado entre os elementos, para dar suporte à vida. O Homem foi Sua criação final. “Criou Deus o homem à Sua imagem. E Deus viu tudo o que havia feito e tudo havia ficado muito bom” (Gênesis 1.27,31). 

. Trabalhamos pela aprovação de Deus. Se lhe pedissem para realizar uma tarefa para o líder do seu país, ou para a pessoa que mais admira no mundo, como isso afetaria a qualidade do seu trabalho? “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens.”  (Colossenses 3.23). 

 . Seguimos instruções de Deus. Na Bíblia Deus provê um manual para a vida diária, inclusive para o ambiente de trabalho. Pelo estudo e pela obediência podemos usar a Bíblia como nossa diretriz para viver e trabalhar, como é a intenção do Criador. “Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade”  (II Timóteo 2.15). 

 . Executamos os propósitos de Deus. Embora possa parecer fruto do acaso, Deus tem uma razão primordial para o lugar onde estamos, o tipo de serviço com que mais nos identificamos e as pessoas com quem trabalhamos. “Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos” (Efésios 2.10).  

Por Robert J. Tamasy

ORAÇÃO DE CONFISSÃO DE FÉ

 

Assembleia de Westminster

Assembleia de Westminster

Deus e Pai, Todo-poderoso, Criador do céu, da terra e de todas as coisas visíveis e invisíveis, louvado e glorificado seja o Teu santo nome.

Agradecemos-te pelos fundamentos da fé cristã – os distintivos da verdade bíblica que nos afastam do engano das heresias. Por isso, renovamos nosso compromisso com a Tua Palavra.

Somente a Escritura é inerrante como única fonte de autoridade de fé e prática sobre nossas vidas.

Somente Jesus Cristo é o Teu unigênito Filho, Senhor, Salvador e Mediador, que morreu pelos nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia.

Reconhecemos que somente a Tua graça é uma dádiva, é um favor imerecido, e não uma conquista humana. Que tua graça separa a verdade bíblica de falsos evangelhos que não podem salvar. Que a justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo.

Louvamos-te e agradecemos porque o Senhor declara justo todo aquele que recebe a Cristo, baseado na justiça do próprio Senhor Jesus Cristo e que o único meio de se achegar a Ti é somente através da Fé em Jesus Cristo, que de novo há de vir com glória para julgar todos os povos da terra, e seu reino não terá fim. Que o Espírito Santo é Senhor e Vivificador, que procede do Pai e do Filho e que com o Pai e o Filho conjuntamente é adorado e glorificado, que promove a comunhão de todo povo de Deus, da Santa Igreja Universal, por meio da remissão dos pecados, da ressurreição e da vida eterna.

Pai da Eternidade, nosso fim supremo e principal é glorificar e estar satisfeitos em Ti por toda a eternidade, por isso reiteramos somente a Ti, oh Deus, toda a glória é devida. Oramos em nome do único Deus sábio, Salvador nosso, que é digno de receber glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre.

Amém.

Pr.Ezequiel Brasil Pereira

VOCÊ FAZ A DIFERENÇA!

“Assim, tornaram-se modelo para todos os crentes” (I Ts 1.7A).

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Talvez você já tenha se divertido assistindo ao reality show ídolos e conhecido alguns candidatos talentosos. Ao mesmo tempo é possível que tenha identificado candidatos que fazem a audiência crescer não pelo talento, mas porque são “sem noção”, não se percebem ou possuem uma auto-imagem que não é real. (V.Rm12. 3).

Mas quando consideramos que encontramos pessoas com condições semelhantes, os mesmos talentos, habilidades e conhecimentos, o que faz com que uma seja bem sucedida e outra não?

Para o escritor e conferencista cristão John Maxwell, é a atitude que faz a diferença. É ela que pode determinar o fracasso ou sucesso das pessoas (e das organizações). Atitude não é tudo, mas é uma coisa que pode fazer diferença em sua vida.

William Clement Stone, empresário, escritor e filantropo, afirmou:

“Há uma pequena diferença nas pessoas, mas essa pequena diferença tem grades efeitos. Essa pequena diferença chama-se atitude.

“A grande diferença é se essa atitude é positiva ou negativa”.

Semelhantemente na vida cristã, tornamo-nos relevantes quando há atitude. É assim que podemos (e devemos) fazer diferença.

Você é chamado para fazer diferença impactando o mundo através de pequenas ações que encantam e marcam quem estiver à sua volta. A viver uma vida crista com excelência no serviço cristão.

Portanto fazer diferença é ter atitude positiva, é contribuir com excelência esgotando as possibilidades. Isto é uma postura de vida, um estado de espírito, uma escolha pessoal. Podemos fazer diferença individualmente e optarmos para que nossas famílias e nossa igreja também façam diferença, ampliando o efeito dominó.

Comprometa-se em fazer e oferecer o melhor. Essa deve ser sua marca. Faça diferença através da sua vida de oração, de estudo da Palavra de Deus. Receba com honras e distinção os que estão visitando nossa igreja. Deixe suas marcas contribuindo com o trabalho social, traga donativos e mantimentos.

Faça as pessoas à sua volta dizerem “uau!” que irmão agradável, que igreja maravilhosa! (I Ts 1.1-7).

Pr.Ezequiel Brasil